
21 January 2026
Este projeto é uma investigação intelectual, artística e filosófica dentro da série #ExtraCreditProblem.
As descrições, metáforas e imagens utilizadas são uma reflexão alegórica sobre crises sistémicas, regimes políticos e processos de desumanização.
Este material não constitui uma acusação legal ou uma investigação jornalística clássica; é uma dissecação da realidade através da ética e da análise sistémica.
Os nomes de indivíduos são mencionados exclusivamente conforme figuram em fontes internacionais abertas e relatórios de direitos humanos.
Este trabalho está protegido e é estritamente proibido o seu uso por terceiros para fins de propaganda, justificação do terrorismo ou legitimação de regimes criminosos.
Qualquer citação ou uso dos materiais deste projeto para apoiar a agressão ou ocultar crimes contra a humanidade é ilegítimo.
O projeto está aberto ao livre uso por organizações e indivíduos dedicados à defesa da liberdade, dos direitos humanos e à luta contra a despotia.
III. Diagnóstico do Sistema
Imitação de Estado
Vê-se um edifício majestoso com colunas altas. Parece inabalável, mas é uma ilusão. Uma inspeção mais próxima revela as vigas de madeira e as cordas que seguram esta fachada. As janelas do palácio são apenas vidro pintado, atrás do qual se abre o vazio de um teatro abandonado. No palco estão espalhadas as máscaras de "juízes", "ministros" e "legisladores", mas os atores há muito esqueceram os seus papéis, passando para a violência aberta.
Este sistema não investe em instituições, mas na aparência. A estatalidade aqui não funciona — é encenada. Leis, tribunais e ministérios existem como adereços que ocultam a ausência de processos, responsabilidade e limites. O mecanismo não governa — representa a governação.
Este sistema não constrói o futuro, apenas imita a sua presença para observadores externos. Cada declaração oficial é uma fala de uma peça má; cada "julgamento" é uma farsa onde o final é conhecido antes da cortina subir. Isto não é a vida de um país, é a digressão prolongada de um bando criminoso que ocupou os gabinetes do Estado e transformou o brasão numa marca de infâmia.
Quando o medo enfraquece, torna-se visível a fragilidade de cartão da estrutura. A fachada mantém-se não pela confiança ou regras, mas pelos apoios e pelo hábito de não se aproximar. Atrás do palco não existe aparelho — apenas vazio, onde a violência já não é protegida por símbolos.
A pessoa que se aproxima regista a passagem da grandeza à decoração. Não há dramatização — basta ver as vigas, as cordas e as máscaras espalhadas no chão.
Neste ponto, a pessoa sente um alívio estranho. É o estado de um sensor que percebe não paredes, mas apenas pó e cartão. O medo desaparece quando percebes: não tens pela frente uma fortaleza majestosa, mas apenas um velho cenário que se desmoronará ao primeiro sopro de vento real.
Isto não é poder, é uma digressão do crime organizado.
Alt-text:
Fachada rachada de um edifício islâmico, sustentada por tábuas de madeira, atada com cordas e remendada com tiras de papel. Por trás das janelas pintadas há um palco teatral vazio. O palco de madeira desmorona. No chão estão a bandeira do Irão, máscaras partidas, espadas cravadas no chão e manchas de sangue.
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🛡️ Este projeto é um estudo artístico-filosófico. Todas as imagens têm caráter alegórico. O material baseia-se em dados de fontes internacionais verificadas.
Imitação de Estado (Imitation of State)
Série: #DiagnósticoDoSistema
Projeto: Desafio de Nível Superior (Problema com Estrela)
[DADOS]:
O regime iraniano utiliza os atributos de um Estado — tribunais, parlamento, ministérios — meramente como adereços teatrais. Na realidade, todas as decisões são tomadas por um círculo restrito da elite criminosa-religiosa.
Factos: Em janeiro de 2026, a ilusão de uma "república parlamentar" dissolveu-se finalmente. Os deputados do Majlis não têm influência sobre as ações do IRGC e os veredictos judiciais são emitidos segundo listas pré-escritas. O "Estado" no Irão é apenas uma fachada de cartão mantida por escoras de baionetas. Atrás desta fachada não há serviço aos cidadãos, há apenas um vazio preenchido pela vontade de sobrevivência do bando.
[PARÂMETROS DE ASSIMETRIA]:
Bandeira vs. Realidade: A simbologia oficial encobre a ausência total de um quadro jurídico.
Lei vs. Guião: O que é chamado de "processo legislativo" é apenas mais um ato numa peça desenhada para intimidar a população.
Instituição vs. Decoração: Os ministérios existem para prestar contas ao mundo, não para desempenhar funções estatais.
[ANÁLISE]:
A "Imitação de Estado" é um diagnóstico que expõe a natureza decorativa do poder. Vemos que a autoridade em Teerão não tem raízes no sentido tradicional de estatualidade (responsabilidade, lei, contrato social). É um grupo criminoso itinerante que se apoderou de um palco teatral e força o público a acreditar que a peça "Justiça" é a vida real. Expor o vazio nos bastidores torna as decorações ridículas e, portanto, inofensivas.
Frase-chave: "Isto não é poder, é uma digressão do crime organizado."
[CONCLUSÃO]:
Constatamos:
não estamos perante um estado soberano, mas perante uma encenação criminosa.
O reconhecimento deste facto liberta-nos da necessidade de jogar segundo as suas regras.
Quando as escoras apodrecerem, a fachada cairá, expondo um palco vazio onde os carrascos ficarão sem a proteção das paredes institucionais.
Desafio de Nível Superior. Diagnóstico Do Sistema. 📐 Manifesto de Solução Sistémica. Pivtorak.Studio. 21.01.2026
https://www.instagram.com/pivtorak.studio
🛡️ Este projeto é um estudo artístico-filosófico. Todas as imagens têm caráter alegórico. O material baseia-se em dados de fontes internacionais verificadas.
