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🕳️ Nó Fantasma Libertado 22: Leopoldo II. O Rei Explorador

🕳️ Nó Fantasma Libertado 22: Leopoldo II. O Rei Explorador

Basic Information
🕳️ Nó Fantasma Libertado 22: Leopoldo II. O Rei Explorador
  • Foundation date

    18 July 2025

Description

🕳️ Nó Fantasma Libertado 22: Leopoldo II. O Rei Explorador

Uma figura real reverenciada por séculos.

Mas sob a coroa — um império privado de crueldade.

Milhões de mortos.

Mutilações.

Trabalho forçado.

Lucro como Ăşnica ideologia.

O Rei da Bélgica que tratou o Congo como sua propriedade pessoal.

A coroa brilhou com ouro e borracha — manchados de sangue.

Tipo de nĂł: Fantasma Colonial

Estado: Morto, mas ainda enraizado

Forma de sustentação: Estátuas, narrativa nacional, silêncio histórico

Imagem: Soberano glorificado, sĂ­mbolo de progresso europeu

No lugar do fantasma: Reconhecimento histórico e descolonização da memória

EssĂŞncia do nĂł

— Domínio pessoal sobre uma colônia inteira

— Escravidão e punições cruéis disfarçadas de missão civilizadora

— Um sistema baseado no medo, lucro e impunidade

— Estátuas ainda em pé, sem justiça histórica

O que o sustentava?

— Controle total com seu próprio exército e administração

— Ausência de supervisão internacional

— Apoio econômico da elite europeia

— Invisibilidade das vítimas na mídia global da época

Como virou um fantasma?

— O poder desproporcional criou um mundo paralelo de brutalidade

— Suas ações foram escondidas sob a glória do império

— A propaganda transformou um explorador em benfeitor

— A morte não apagou os traços — apenas os tornou mais abstratos

Por que o fantasma ainda existe?

— Porque ainda há estátuas, mas sem explicações

— Porque a Bélgica ainda hesita em confrontar esse capítulo

— Porque o Congo ainda sofre as consequências do "legado" colonial

Estado do fantasma

— Figura controversa, entre o orgulho nacional e a vergonha oculta

— Um símbolo de tudo que o colonialismo quis esquecer

— Presente nos livros, ausente nos museus de verdade

Depois do regime

— Milhões de mortes e traumas intergeracionais

— Roubo de recursos naturais

— Ciclo contínuo de exploração no Congo

— Memória fragmentada, justiça tardia

Reação coletiva

NĂŁo glorificamos os conquistadores.

Não aceitamos estátuas sem contexto.

Não queremos esquecer — queremos entender.

A reparação começa com o reconhecimento.

PrincĂ­pio-chave

Os crimes cometidos à sombra dos impérios devem ser expostos.

Caso contrário, os fantasmas do colonialismo não pertencem ao passado —

mas ao futuro.

Alt-text:

Retrato a grafite de Leopoldo II. Ele está sentado solenemente, com uma coroa na cabeça e um cetro na mão. Em seu colo — um saco de ouro. Seu olhar é altivo e distante. Atrás dele — símbolos de devastação e trabalho forçado. A atmosfera é de impunidade e ganância.

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Anna Pivtorak Kostyuk

📍🗺️

18.07.2025

https://www.instagram.com/pivtorak.studio

Photo
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