
02 January 2026
Este projeto é um estudo filosófico e artístico do fenómeno dos "nós fantasmas" — objetos e sujeitos invisíveis, mas influentes, no sistema global contemporâneo. As descrições contidas neste estudo são metafóricas e alegóricas, visando desvendar problemas sistémicos, regimes e influências civilizacionais. Não se tratam de uma investigação jornalística ou de acusações legais, mas sim de uma reflexão artística sobre a realidade.
Nomes incluídos porque constam em fontes internacionais abertas.
A presente criação é protegida e insuscetível de qualquer utilização por terceiros para fins de apoio, propaganda ou legitimação de regimes criminosos, Estados terroristas e organizações que operam na sombra. A utilização de dados ou resultados da análise deste projeto, seja de forma parcial ou integral, é expressamente proibida se o objetivo for apoiar ou dissimular a sua atividade criminosa.
O projeto pode ser livremente utilizado por pessoas e organizações que combatem o mal, a corrupção e a agressão.
Modo: Reserva Híbrida e Herança do Narcotráfico
🕳️ Nó Fantasma Liberado 105: Síria Pós-Assad. O Fantasma em Tartus
Após a queda do regime, o fantasma não desaparece — sobrevive nas fissuras do caos.
Quem é essa figura?
Bashar al-Assad é o ex-ditador da Síria, cujo regime colapsou em dezembro de 2024. Após perder o poder, transformou-se num “fantasma no exílio”: ausente de Damasco, mas simbolicamente integrado na órbita política russa. Já não governa o Estado, mas persiste como sombra através da qual a Rússia tenta preservar uma influência residual.
Tipo de nó:
Estrutura político-militar-criminal pós-regime
Status:
Presença residual numa zona cinzenta após o colapso
Forma de controle:
Bases militares, PVM, redes criminosas, inércia jurídica
Imagem do fantasma:
A sombra distante de um governante deposto a observar territórios perdidos
O que resta após o fantasma:
Enclaves, rotas de contrabando, instabilidade fragmentada
Essência do nó:
O que o sustentava?
Ditadura centralizada, apoio militar russo, economia narcótica estatal, impunidade internacional.
Como virou fantasma?
Com a queda do regime e a perda de controlo territorial; Assad deixou de ser um ator ativo, permanecendo apenas como resíduo simbólico.
Por que o fantasma ainda existe?
Devido aos restos jurídicos de antigos acordos, à presença de bases russas e à inércia das infraestruturas criminosas.
Estado do fantasma:
Difuso, sombrio, parasitário
Após o regime:
Mecanismos estatais do narcotráfico revelados
Centro personalista de poder desmantelado
Esquemas residuais criminalizados
Canais de legitimação bloqueados
Acordos internacionais revistos
Aberto o caminho para soberania e responsabilização
Reação coletiva:
A queda de um ditador não encerra a responsabilidade.
Os fantasmas imperiais sobrevivem no caos administrado.
A memória é uma forma de proteção.
Princípio fundamental:
Após a derrota, o império não recua — disfarça-se.
Alt-texto:
Ilustração em grafite da Síria após a queda de Assad: bases militares russas como cúpulas-fantasma isoladas, guardadas por mercenários; uma estátua arruinada de Assad e a sua sombra no Kremlin simbolizam uma influência residual perdida, mas perigosa.
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Desmascarando o Fantasma. Pivtorak.Studio. 02.01.2026
🛡️ Este projeto é uma investigação artística e filosófica.
Todas as representações são alegóricas; o texto não imputa factos a pessoas privadas sem provas verificadas.
Nomes incluídos porque constam em fontes internacionais abertas.
🫧 Dossier do Nó Fantasma 105: Síria Pós-Assad e o Resíduo Russo. O Regime de "Reserva Híbrida e Legado Narco".
Aspetos-Chave do Fantasma:
"O Fantasma em Tartus". Após a queda de Assad em dezembro de 2024, a presença russa na Síria tornou-se uma "fortaleza cercada". O nó agora reside na manutenção de enclaves autónomos e no controlo descentralizado do tráfico de Captagon por mercenários russos para financiar a logística de guerra.
Regimes:
🏚️ Regime de Inércia Legal: Tentativas do Kremlin de legitimar a sua presença em Tartus e Hmeimim citando acordos com o governo de Assad, entretanto extinto.
🌑 Regime Descentralizado de Narcotráfico: A transferência da produção de Captagon de laboratórios estatais para grupos fragmentados sob o patrocínio de empresas militares privadas russas.
🛡️ Regime de Enclave Extraterritorial: Criação de zonas de controlo fechado em torno de bases que não se submetem ao novo governo em Damasco.
Ferramentas:
🪖 Empresas Militares Privadas como Diplomatas: Utilização de mercenários em vez de diplomatas oficiais para negociar com as novas forças sírias a preservação das rotas logísticas.
💊 Laboratórios "Órfãos": Utilização dos remanescentes da infraestrutura de Assad para o contrabando de drogas como meio de autofinanciamento para o contingente russo remanescente.
⚓ Isolamento do Porto: Tentativas de manter o controlo sobre Tartus como um nó crítico para a ligação com a Frota Sombra no Mediterrâneo.
Influências Civilizacionais:
📉 Conservação do Caos Regional: A Rússia usa os seus enclaves como fonte de tensão constante e alavanca contra o novo governo.
☣️ "Legado Tóxico": A descentralização do narcotráfico transforma a região numa zona de turbulência criminal de longo prazo.
🏴☠️ Modelo de "Sobrevivência Parasitária": Demonstração de como um agressor pode manter a presença militar através de autofinanciamento criminal após a perda de um aliado político.
Disseção de um Nó Fantasma. Pivtorak.Studio. 02.01.2026
🛡️ Este projecto é uma investigação artística e filosófica. As representações são alegóricas e não imputam factos a pessoas privadas sem provas.
Nomes incluídos porque constam em fontes internacionais abertas.
