
13 January 2026
Este projeto é um estudo filosófico e artístico do fenómeno dos "nós fantasmas" — objetos e sujeitos invisíveis, mas influentes, no sistema global contemporâneo. As descrições contidas neste estudo são metafóricas e alegóricas, visando desvendar problemas sistémicos, regimes e influências civilizacionais. Não se tratam de uma investigação jornalística ou de acusações legais, mas sim de uma reflexão artística sobre a realidade.
Nomes incluídos porque constam em fontes internacionais abertas.
A presente criação é protegida e insuscetível de qualquer utilização por terceiros para fins de apoio, propaganda ou legitimação de regimes criminosos, Estados terroristas e organizações que operam na sombra. A utilização de dados ou resultados da análise deste projeto, seja de forma parcial ou integral, é expressamente proibida se o objetivo for apoiar ou dissimular a sua atividade criminosa.
O projeto pode ser livremente utilizado por pessoas e organizações que combatem o mal, a corrupção e a agressão.
Regime: Troca Neocolonial de Segurança / Exportação da Violência
🕳️ Nó Fantasma Libertado 116: Corpo Africano (GRU). Guarda Pretoriana das Ditaduras
“Segurança” em troca de recursos: golpe → legitimidade → concessão.
Quem é?
O Corpo Africano é a estrutura oficial de força da Federação Russa em África, surgida como sucessora direta do grupo Wagner após a sua dissolução formal.
Integrado na vertical do GRU e do Ministério da Defesa russo, mantém métodos típicos do mercenarismo sob cobertura estatal.
O fantasma atua como operador de golpes palacianos, guarda pessoal de juntas militares e garantidor do acesso forçado aos recursos naturais.
Tipo de nó:
Militar, geoeconómico, colonial-recursivo
Status:
Legalizado pelo Estado agressor, encoberto por “acordos de segurança” intergovernamentais
Forma de controlo:
Golpes de Estado, guardas pessoais, conselheiros militares, contratos de concessão
Imagem do fantasma:
Uma mão camuflada que move regimes-marioneta num tabuleiro africano
O que resta no lugar do fantasma:
Concessões de ouro, urânio e lítio, rotas logísticas paralelas, soberania destruída
Essência do nó:
O que o sustentava?
O vazio de segurança após a retirada ocidental, a fragilidade pós-colonial e a dependência dos ditadores da sua sobrevivência física.
Como se tornou um fantasma?
Quando o mercenarismo “privado” foi substituído por controlo estatal direto, preservando métodos criminosos.
Porque o fantasma ainda existe?
Devido à ausência de alternativas de segurança, à corrupção das elites e à procura global por matérias-primas estratégicas.
Estado do fantasma:
Ativo, institucionalizado, expansionista
Após o regime:
expostos os esquemas de segurança-por-recursos · revelado o papel dos serviços secretos nos golpes · desmanteladas redes de guardas pessoais · criminalizada a pilhagem por concessão · bloqueadas rotas logísticas clandestinas · auditados contratos de recursos a nível internacional · apreendidos ativos extraídos ilegalmente · restaurado o controlo civil sobre as forças armadas · saneadas instituições de segurança · devolvida a soberania sobre os recursos naturais
Reação coletiva:
A segurança não é uma moeda.
A soberania não se vende sob a mira das armas.
O colonialismo não tem segunda edição.
Princípio-chave:
Quando a sobrevivência do regime se torna mercadoria, o Estado deixa de existir.
Alt-text:
Ilustração em grafite de um tabuleiro de xadrez em forma do mapa de África. Em vez de peças, barras de ouro e barris de urânio. Uma mão camuflada com o emblema do GRU, parcialmente sobrepondo o símbolo da Wagner, move uma figura-marioneta em uniforme. A sombra da mão forma grades de prisão no solo. Ao fundo, a silhueta de um avião de transporte ao pôr do sol.
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Desmascarando o Fantasma. Pivtorak.Studio. 13.01.2026
🛡️ Este projeto é uma investigação artístico-filosófica.
Todas as representações são alegóricas; o material não afirma factos sobre indivíduos privados sem provas verificadas.
Os nomes são mencionados por constarem em fontes internacionais abertas.
🫧 Dossier do Nó Fantasma 116: Africa Corps (GRU) — Rebranding da Wagner e controlo de golpes de palácio.
Aspetos-Chave do Fantasma:
"A Guarda Pretoriana das Ditaduras". O Nó 116 é a personificação do modelo "Segurança em troca de recursos". A sua natureza fantasmagórica reside na legitimidade híbrida: estruturas oficiais do Ministério da Defesa da Rússia operando com métodos de um grupo criminoso transnacional. É um nó onde a soberania africana é trocada pela sobrevivência física das cliques governantes.
Regimes:
🔄 Regime de Ciclo de Golpes: Apoio ou iniciação de mudanças de regime seguidas pela assinatura imediata de "acordos de segurança" que garantem à Rússia direitos exclusivos sobre os recursos.
🛡️ Regime de Imunidade Palaciana: Criação de guardas pessoais para ditadores, tornando-os totalmente dependentes das baionetas russas e bloqueando qualquer via de transição democrática.
⛏️ Regime de Renda de Concessão: Gestão direta de minas (ouro, urânio, lítio) através de empresas de fachada controladas pelo GRU, com lucros canalizados diretamente para o financiamento da guerra na Ucrânia.
Ferramentas:
🪖 Africa Corps (GRU): Unidades regulares com estatuto de mercenários, permitindo à Rússia manter uma negação plausível em relação a crimes de guerra.
🎙️ Fábricas de Trolls 2.0: Utilização de influenciadores locais e redes de media para alimentar sentimentos antiocidentais e legitimar a presença russa.
💰 Ponte Aérea Sombria: Uso de aeronaves de transporte Il-76 para exfiltrar barras de ouro e metais raros diretamente para a Rússia, contornando o sistema bancário internacional.
Influências Civilizacionais:
📉 Restauração do Neocolonialismo: A Rússia estabelece uma forma brutal de domínio colonial, extraindo recursos em troca da preservação de regimes repressivos.
☢️ Controlo de Matérias-Primas Estratégicas: Tentativa de criar um monopólio sobre o urânio e lítio africanos para chantagear a UE em questões de energia e "transição verde".
⚠️ Instrumentalização da Migração: A desestabilização do Sahel provoca novas vagas de refugiados para a Europa, usadas por Moscovo como ferramenta de pressão política sobre a UE.
Disseção de um Nó Fantasma. Pivtorak.Studio. 13.01.2026
🛡️ Este projecto é uma investigação artística e filosófica. As representações são alegóricas e não imputam factos a pessoas privadas sem provas.
Nomes incluídos porque constam em fontes internacionais abertas.
